Opiniões

NOSSAS

"O potencial humano para influenciar o outro tem sua expressão maior na palavra escrita. E Lygia Bojunga, sabendo disso, o faz como poucos. Enfeitiça-nos com uma mistura que liberta: suas palavras carregadas de sentimentos, conhecimentos, experiências e muita imaginação a serviço de desconstruir e construir significados que nos tocam."

Elizabeth D'Angelo Serra
Secretária Geral da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil
Diretora Geral da Biblioteca do Estado do Rio de Janeiro

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"Lygia Bojunga é dessas autoras "infantis" que os adultos descobrem entre surpresas e encantos."

Eliana Yunes
Jornal do Brasil

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"O nível de qualidade de cada novo texto de Lygia Bojunga surpreende sempre ao leitor pela superação do precedente..."

Laura Sandroni
O Globo

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"Lygia Bojunga é uma autora maior em nossa literatura infanto-juvenil. Seus livros (poucos, mas de qualidade superlativa) sempre se destacaram no cenário nacional..."

Fanny Abramovich
Folha de São Paulo

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"Há muito tempo Lygia Bojunga vem rompendo o (discutível) limite entre literatura infanto-juvenil e literatura tout-court. Quem não percebeu isso está perdendo contato com uma das grandes artistas da palavra..."

Luiz Raul Machado
Jornal Rio Artes

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"Se há alguém na nossa literatura infanto-juvenil que dispensa apresentação, esse alguém é Lygia Bojunga, sem favor a mais alta expressão no gênero (e em muitos outros...) no Brasil."

Tatiana Belinky
Estado de São Paulo

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"O primeiro título de Lygia Bojunga, Os colegas, apareceu em 1972. Três anos depois surgiu outra fábula, Angélica, seguida, em 1976, pela também já clássica A bolsa amarela. Dois anos depois A casa da madrinha e, em 79, a extraordinária Corda bamba. Em 80 O sofá estampado, em 82 a consagração internacional: o prêmio HANS CHRISTIAN ANDERSEN. Seguiram-se Tchau e O meu amigo pintor; aqui, Lygia demonstra, mais uma vez, ser capaz não somente de escrever como poucos mas também de enfrentar corajosamente e com sensibilidade preconceitos que poucos são capazes de enfrentar. Com ela a literatura infanto-juvenil transforma-se numa festa".

Edmir Perrotti – escritor e professor de comunicação e artes da USP.
Leia

LÁ DE FORA

A opinião dos vários jurados internacionais do prêmio Andersen, quando, primeiramente, elegeram Lygia como uma escritora altamente recomendada para a medalha, foi transcrita no Jornal do Brasil em artigo de Ana Maria Machado, na época, membro do júri:

  • É um dos autores mais originais que já tivemos a oportunidade de ler. Tem uma linguagem absolutamente própria, que prende o leitor. E cada frase tem uma mensagem subjacente.
  • Além de construir uma obra muito inteligente, consegue criar um universo onde a fantasia é totalmente livre.
  • A ausência de fronteiras entre o realismo e a fantasia faz de seus livros um mundo fascinante. Na medida em que desenvolver mais sua obra, terá um lugar garantido entre os mestres da literatura infantil.
  • O adulto lê suas histórias com tanto prazer quanto as crianças. E esse prazer é mesmo muito grande.
  • A riqueza de suas metáforas é espantosa, bem como seu domínio técnico na elaboração da narrativa, e na perfeita fusão do social com o individual.
  • Consegue ultrapassar as tradições de sua própria sociedade, mesmo se mantendo muito brasileira. Nenhum dos outros concorrentes apresenta tantas condições de ser uma contribuição duradoura para crianças, nem tanta capacidade de influenciar os outros. Estamos diante de algo que é absolutamente novo.
  • Ainda que profundamente fiel às fontes brasileiras, tem uma ressonância universal.

Após o prêmio Andersen a obra de Lygia se espalhou pelo mundo e a autora teve livros publicados em vinte idiomas.



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tel.:(21)2222-0266 - lbojunga@ig.com.br

 
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